“Cangote”, da Céu

Hoje não é um dia que eu esteja inspirada a dizer alguma coisa.  Uso o blogue, nesses dias de “nada a declarar”, para postar coisas edificantes e que falam por si só. Ou que, nesse caso, falem por mim, já que eu mesma não quero e/ou não tenho o que falar.

Ontem, na madrugada, mostrei essa canção a uma ex-aluna, a Thayná. Mas, antes de mostrar, escutei a canção algumas vezes, para não fazer uma propaganda bem furada. A música me encantou duplamente e, por isso, socializo, não só com a Thayná, mas com todos vocês toda a sutileza, a preguiça, a meiguice e mais um monte de adjetivos da canção da Céu.

Cangote

Fiz minha casa no teu cangote
Não há neste mundo o que me bote
Pra sair daqui

Te pego sorrindo num pensamento
Faz graça de onde fiz meu achego, meu alento
E nem ligo
Como pode, no silêncio, tudo se explicar?
Vagarosa, me espreguiço
E o que sinto, feito bocejo, vai pegar

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