Férias ou “Yes, I can” (seguindo as últimas tendências de frase da moda)

Esse blogue está devagar-quase-parando. Mas isso tem uma razão. A melhor razão de todas: as férias.

Veja se eu não tenho razão, realmente:

Vista de Beeinto Gonçalves.

Vista de Beeinto Gonçalves.

Gramado

Gramado

Cascata do Caçador, quase eito do Rio Cai.

Gabriel e Alexandre: meus companheiros de indiada. Ao fundo: Cascata do Caçador, quase o leito do Rio Caí.

visão panorâmica, antes da caminhada.

Cascata do Caçador e Rio Caí: visão panorâmica, antes da caminhada.

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Guantánamo

Hoje vi no Jornal Hoje que o presidente-eleito-em-vias-de-posse Barack Hussein Obama Jr. deve tomar sua primeira medida internacional amanhã. Disseram que está dado como certo de que essa medida é desativar a Prisão de Guantánamo.

Guantánamo é uma província de Cuba que abriga uma base militar estadunidense, considerada por mim a maior ironia de relação Estados Unidos — Cuba. A província é tão cubana que suas mulheres, as guantanameras, são homenageadas na famosa canção de José Martí, Guantanamera.

Se Obama fizer isso no primeiro dia de governo, não precisa fazer mais nada no que tange o assunto direitos humanos. Guantánamo é o símbolo-mor do que não fazer a um prisioneiro, é símbolo da crueldade militar frente ao respeito humanitário. Se depois de tanto e tantos anos isso for revisto, Obama já fez muito. (Tá bem, esse parágrafo é um exagero. E o exagero se justifica pela emoção da blogueira em saber que Guantánamo será — REALMENTE — desativada. Se Barack fizer isso, espero outras medidas: respeito aos latinos, consideração com os árabes, medidas que intercedam pela paz no Oriente Médio…)

Eu estou aguardando a notícia: será ou não será?

Ainda estou no ânimo do Yes, we can!