Veja bem

Não deixei o blogue às moscas, não.

Estou longe de Porto Alegre, mas me aproximando aos poucos, ok? Logo eu vejo se vale a pena colocar alguma foto de viagem por aqui…

Divirtam-se!

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Showzinhos

Como tinha dito, ia e fui no show do Samba de Apartamento. Na quarta-feira, fui no show da Justine. Essas duas bandas são de amigos da faculdade, por isso, acabei indo prestigiar. Quem foi ver os amigos nos shows não era o melhor de mim, mas eu fiquei bem feliz com os resultados das duas bandas.  As duas bandas impressionam pela qualidade dos músicos e por terem sido um feliz entretenimento para mim. Confiram as fotos:

Justine – 13.fev.2008

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Samba de Apartamento – 14.fev.2008

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No news

Ultimamente estou num momento sem brilho e sem nenhuma novidade. Pelo menos, sem nenhuma boa novidade. Quer dizer, não serei injusta: apenas UMA boa novidade, que é a próxima viagem. Mesmo assim, não tenho tido vontade de passear ou sair e, bem, enfim.

Mas deixo uma dica aos portoalegrenses. Hoje, por exemplo, vai rolar um shô e, nem eu estou acreditando, vou aparecer (de repente, o evento dê um gás nessa velha que vos fala). Deixo os serviços para vocês e espero que todo mundo se divirta!

1. Povo que curte MPB: HOJE, quinta-feira, 14 de fevereiro, no Abstratus Bar (rua Otávio Corrêa, 35, Cidade Baixa), entrada 5 pilas, banda Samba de Apartamento.

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2. Povo que gosta de pop-rock anos 70-80-90: no Free Rider’s (Shopping DC Navegantes, rua Frederico Mentz, 1561), sexta e sábado, tem Banda Zuma (vide site, aqui do lado esquerdo da tela). Para saber mais sobre o Free Rider’s, clica aqui.

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Gurizes e gurias: divirtam-se!

Hit do dia: Un osito de peluche de Taiwán

Desde ontem, quando voltava para Porto Alegre, no ônibus, escutava essa canção. A banda é engraçada e, apesar de a música não ser tocante, a letra vale a pena pela graça e por um pouco de verdade que traz consigo.

Deixo a letra de Un osito de peluche de Taiwán (Um ursinho de pelúcia de Taiwan), da banda argentina Los Auténticos Decadentes, junto com o vídeo.

Un osito de peluche de Taiwan

Dentro de tus ojos veo un lago

donde un hada se desnuda

para que la adore el sol.

La melancolía de la tarde

me ha ganado el corazón

y se nubla de dudas.

 

Son esos momentos

en que uno se pone a reflexionar

y alumbra una tormenta

todo es tan tranquillo

que el silencio anuncia el ruido

de la calma que antecede al huracán

 

De repente no puedo respirar

necesito un poco de libertad

que te alejes por un tiempo de mi lado

que me dejes en paz

 

Siempre fue mi manera de ser

no me trates de comprender

no hay nada que se pueda hacer

soy un poco paranoico lo siento

 

Al ratito ya te empiezo a extrañar

me preocupa que te pueda perder

necesito que te acerques a mí

para sentir el calor de tu cuerpo

 

Un osito de peluche de Taiwán

una cáscara de nuez en el mar

suavecito como la alfombra de piel

delicioso como el dulce de leche

 

Dentro de mi lecho duerme un angél

que suspira boquiabierto

entre nubes de algodón

junto con la luz de la mañana

se despierta la razón y amanece la duda

 

Son esos momentos

en que uno se pone a reflexionar…

 

 

 

[…]

Dessa mesma banda, há outra canção que eu me identifico mais. Muitas vezes penso em me formar com essa música tocando enquanto recebo o canudo. A letra é muito expressiva:

Y tuve una revelación

Ya sé que quiero en esta vida

Voy a seguir mi vocación 

Será la música mi techo y mi comida

Porque… 

Yo no quiero trabajar

No quiero ir a estudiar

No me quiero casar

Quiero tocar la guitarra todo el día

Y que la gente se enamore de mi voz!

(e o pai do personagem acima reclama assim, na música:)

Vos, mejor que te afeités

Mejor que madurés

Mejor que laborés

Ya me cansé de que me tomes la cerveza

Me voy a dar con la guitarra en la cabeza

Vos, mejor que te afeités

Mejor que madurés

Mejor que laborés 

Ya me cansé de ser tu fuente de dinero

Voy a ponerte esa guitarra de sombrero!

 

Essa canção se chama La guitarra e, apesar de eu não ser artista, queria uma vida de ócio, assim como a música sugere.

Problemas de viagem

Reproduzo, aqui, o e-mail que enviei às empresas responsáveis pelo transporte de pessoas ao litoral norte do Estado. Reenviei a mesma mensagem à imprensa local e às autoridades de trânsito.

Pode não surtir efeito, mas pelo menos a minha parte está aqui:

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—– Original Message —–

Sent: Monday, February 11, 2008 12:05 PM
Subject: problemas no feriado de Carnaval
Olá!
Gostaria de informar sobre um problema que houve numa viagem de ônibus comum de Porto Alegre para Capão da Canoa, no dia 2 de fevereiro de 2008, com saída às 17h30, num carro extra. Meu namorado e eu tínhamos comprado os lugares 24 e 28 do referido ônibus e nos deparamos com muitos passageiros em pé — o que nos parece ser ilegal. Um de nossos lugares estava ocupado por uma moça que levava um bebê no colo e nos disse que havia comprado passagem para viajar em pé. Obviamente, cedemos esse lugar e ela viajou sentada com o bebê num assento que ela não tinha pago para usar. Porém, como envolvia a vida de uma criança, decidimos ceder e apenas um de nós viajou sentado.
A primeira dúvida que tivemos é da legitimidade de se vender passagens para os passageiros viajarem em pé. Isso é, realmente, permitido? Considerando, mesmo assim, que era um ônibus comum, que tinha muitas paradas, essa moça poderia passar 1h15/1h30 (caminho entre Porto Alegre e Osório, sem paradas) com um nenê no colo, colocando a vida da criança em risco? O agravante nessa situação é, justamente, a situação da estrada: bastante movimentada por causa do feriado de Carnaval, o que aumenta consideravelmente o número de possíveis acidentes. Pensamos que se essa moça é uma pessoa absolutamente irresponsável com a vida de um bebê, a empresa que presta o serviço, a empresa que vende as passagens e as autoridades relacionadas ao trânsito não poderiam ser, também, irresponsáveis com a vida da criança. Bem, se a legislação rodoviária permite que a venda desse tipo de passagens seja legal — o que já é um absurdo, dado que a viagem entre Porto Alegre e Osório é direta –, há outra infração, de outra legislação, que é o Estatudo da Criança e do Adolescente, e foi infringido pela referida moça, colocando a vida de um menor em risco. De qualquer maneira, a empresa responsável não poderia deixar a moça carregar a criança no colo, em pé.
Por outro lado, pensamos, também, haver má fé da referida moça. Infelizmente, quanto a isso, nem a empresa, nem as autoridades podem tomar providências, já que índole não faz parte de acordos comerciais. Porém, quando o ônibus parou em Tramandaí, vários lugares ficaram vagos e ela entregou o bebê para alguns amigos que haviam sentado (pois estavam viajando em pé), mas não devolveu o lugar para o meu namorado, que viajou em pé para zelar pela vida da criança. Assim, parece que levar a criança no colo foi premeditação para conseguir um assento, sem ter pago efetivamente por isso.
Entendo que não é possível saber se o passageiro levará ou não algum menor no colo, porque isso não fica claro na venda de passagens. Porém, mesmo considerando a época de Carnaval — onde todos sabemos que a Estação Rodoviária fica caótica –, é importante que haja fiscais no fechamento de cada ônibus, para que não ocorra um acidente maior envolvendo falta de resposabilidade e insegurança, nem uma aberração como essa que infelizmente presenciamos. Da mesma forma, pensamos que se não há fiscais, deveria haver autoridade responsável, porque essa moça poderia ser processada por atentar contra a vida de um menor; que, por sorte, não sofreu nenhum dano, já que cedemos o lugar para que a criança pudesse viajar com segurança.
Não queremos, com essa mensagem, mostrar que tivemos uma atitude correta, mas nos impressiona como a falta de respeito e de cuidado com a vida de um menor passa batido aos nossos olhos. E é um absurdo que não haja nenhum órgão competente para repreender essa moça.
Espero que esse tipo de constrangimento não ocorra mais nesse Estado. Não queremos, todavia, ser ressarcidos de nada, apenas queremos ter a certeza de que viajar para a praia num feriado de Carnaval pode ser seguro para todos os passageiros, inclusive para as crianças ali presentes.
Nina Antonioli

Pequenas férias

Voltei hoje de uma semana de descanso e ócio. Fui para um balneário bem tranqüilo, longe de tudo e quase sem movimento. O balneário se chama Harmonia e costumo dizer que minha família sempre se junta para passar o carnaval em Harmonia, mas nem sempre harmoniosamente. Estava o tipo de carnaval que gosto: sem muito alarde, mas cheio de alalaô.

Tive incômodos na viagem de ida e isso vou contar amanhã, junto com uma cópia que mostrarei aqui no blogue do e-mail que ainda vou escrever, reclamando das condições de embarque nos ônibus da Unesul, em direção às praias.

Espero que logo eu possa voltar a viajar… Vamos ver se rola um pouquinho de sorte e um pouco mais de bom senso das companhias de viação.

Recesso

Vou aproveitar o carnaval para deixar o blogue e a internet de lado e passar uns dias na praia. Voltarei no dia 11 de fevereiro, talvez com notícias, talvez sem.

Desejo a tod@s muito alalaô e muita bandeira branca, amor durante todo o carnaval.

Divirtam-se!

***Sugestões de texto? Reclamações? Concordâncias? Discordâncias? Ampliações de temas? Escreve, né? Estarei ansiosa esperando!