Fiz um único poema na vida. Em 2006. Porque fui obrigada. Na aula de Literatura Española III. Esse poema nunca foi mostrado, só para o professor, que pediu uma tentativa de criação de poema surrealista. Bem, não consegui. Mas guardo o registro afetivo.

Niño llorando
la mano de dios
.
llueve
llueve
llueve
.
dios limpia la cara
el Niño para de llover…